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September 11, 2007
Entrei naquela sala e já não era eu, ou já só era eu. Não tinha pressupostos, preconceitos ou estigmas. Deixei-me mergulhar na fronteira que é mãe de todos os começos e devoradora de todos os passados.
Conhecia-me tão mal quanto aquelas pessoas que olham para mim como se fosse um recém-nascido, uma nova vida para ser aceite. Aí quis ser tudo, todas as memórias e todo o meu futuro. Aí pude ser.
chiribiti, aí é que está já não és um bébé. fico satisfeita por ver que já conheces pessoas e que já vais fazendo coisas, espero que sempre com o teu juízo.O teu diário está cómico e esta ideia de podermos comunicar é boa. Cá ainda está calor, ontem trovejou e choveu. A avó está no Algarve até domingo e eu arranjo sempre o que fazer, ontem fui ao Carrefour comprar comida só para mim, é estranho. Hoje vou buscar o remédio e se calhar vou ao Ikea, para variar. Até logo, beijos
mãe
A amiga tem saudades do amigo, mas fica contente que o amigo esteja bem. Es muy raro, non?
..acho que esse estado d espirito é das coisas mais intensas e verdadeiras q há para sentir na vida. podes fazer/ser td o q quiseres!
beijo grande seja la quem tu fores*
Enjoy it.
margarida said: “…podes fazer/ser td o q quiseres!”
E eu digo que tu sempre o fizeste/foste tudo o que quiseste! Foste verdadeiro, foste um bom amigo, o melhor amigo que sempre tive!